Victoria Hathaway

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  • Nome: Victoria Johanna Pontmercy Hathaway
  • Idade: 22 anos.
  • Nascimento: 4 de agosto de 1983.
  • Avatar: Ana de Armas.
  • Raça: Caçadora de Sombras 
  • Gênero: Feminino
  • Sexualidade: Bissexual
  • Residência: Instituto de Nova York.
  • Gostos: Ela gosta de arco e flecha, equitação e canoagem.
  • Desgostos: Detesta comidas que possuem muito caldo, frutos do mar, fofocas e ser chamada de bastarda.
  • Curiosidades: Ela tem uma marca de nascença com um formato único em sua lombar. Fala quatro idiomas, tendo dedicado grande parte de sua infância em seus estudos devido ao fato de não ter muitos amigos. Detesta comidas que possuem muito caldo, frutos do mar, fofocas e ser chamada de bastarda. Quando mais nova, acreditava que poderia solucionar todos os problemas envolvendo a sua origem se agisse como outros membros de sua família, e por isso ela tentou imitar os trejeitos deles por algum tempo e até mesmo descoloriu o seu cabelo.  Ela apenas deixou a sua casa, porque foi expulsa por sua mãe. Cada membro de sua família costumava a chamar de uma forma, com os seus apelidos indo de Vick para Hanna. Ela possuía uma péssima relação com o seu irmão mais velha desde pequena, tanto por ele ser mimado e irritante quanto por ser o filho que a sua mãe mais dá atenção.
  • Personalidade:  Ela aprendeu a se defender através do sarcasmo quando ainda era jovem e costumava ser bastante irritadiça e agressiva, tendo perdido essas características ao longo dos anos. Quando mais velha, Victoria acabou encontrando um refúgio em sua vida através de sua alegria e o seu bom humor.

        Victoria Johanna Pontmercy Hathaway nasceu em uma noite de inverno, muito antes do tempo previsto pelos irmãos do silêncio, surpreendendo a todos com o quão grande e saudável ela parecia para uma criança que tinha nascido prematuramente, fazendo com que alguns boatos passassem a se espalhar entre os seus parentes. Ela nasceu sem os olhos azuis marcantes que vinham tanto de sua família paterna quanto da materna ou os fios dourados que já eram costumeiros entre alguns deles, fazendo com que a sua paternidade fosse questionada pelos seus familiares pelas costas de seus pais. Apesar disso e dos sussurros que diziam que a sua mãe havia tido um caso com um amigo da família recém-falecido, o seu pai não parecia se importar com nada daquilo e nunca demonstrou nenhum outro sentimento além de amor por sua pequena prole. Ele não fazia qualquer tipo de distinção entre ela e os seus demais filhos, os dando a mesma quantidade de carinho e de sermões - apesar de ela sempre ter merecido mais do que os seus demais irmãos - mas o mesmo não se aplicava para a sua mãe, que a olhava e a tratava diferente dos seus três irmãos.

         A sua família vivia passando pequenas temporadas entre a Grécia e a Roma, fazendo com que ela não conseguisse criar vínculo com ninguém em nenhum dos lados e com que ficasse cada vez mais próxima de dois dos seus irmãos, de seus primos e de seu pai. Eles acabaram por se tornar os melhores e os únicos amigos os quais Johanna possuía, até alcançar os seus novos anos e tudo ser destruído pelo retorno dos comentários e apelidos maldosos que sempre colocavam em xeque a sua paternidade, resultando em uma briga séria com um de seus primos mais velhos. Isso acabou resultando em uma cicatriz na testa dele e com que fosse deixada em Roma todas as vezes que a sua família ia passar uma temporada na Grécia, ficando na companhia de seu pai ou aos cuidados do instituto local, sempre tendo estranhado a felicidade de seu irmão mais velho com esse fato.

        As coisas acabaram se complicando ainda mais dentro de casa por inúmeros motivos, principalmente com a sua mãe, indo de seu temperamento que era tido como "explosivo" demais até o fato dela se sentir como uma completa e total estranha dentro de sua própria casa, apenas encontrando amparo em seu pai. Tudo pareceu piorar ainda mais conforme ela foi amadurecendo, descobrindo o seu interesse por meninas na pré-adolescência e tendo plena consciência de que aquilo não seria visto com bons olhos pelos seus pais e temendo a reação deles quando descobrissem. Portanto, decidiu guardar esse segredo dentro de si a sete chaves e manteve todos os seus envolvimentos amorosos em segredo.

      A sua relação com a sua mãe era o mais fria e distante o possível, nunca tendo compreendido a distinção de tratamento entre ela e seus irmãos e passando a acreditar que os boatos que os cercavam entre os Hathaway, sobre a origem de seu "verdadeiro pai", pudesse ter um pouco a ver com isso, sendo assim, em uma medida desesperada de tentar se adequar mais aos padrões de sua família paterna e de se aproximar da mulher que tinha a gerado, ela passou a pintar os seus cabelos de loiro e foi se reaproximando de seus parentes aos poucos. Com o tempo, ela aprendeu a lidar com os apelidos terríveis que eles tinham a dado - sendo variações de bastarda ou insultos implícitos -, e passou a levá-los com bom humor, mas isso não tinha melhorado em nada a sua relação com a sua progenitora.

      Pouco depois de alcançar a marca de seus dezoito anos, Victoria acabou se envolvendo em um relacionamento com uma feiticeira e se viu completamente apaixonada por ela, fugindo na calada da noite para a visitar e passando todo o seu tempo livre com ela, mas nunca teve coragem o bastante de contar para a sua família sobre o seu relacionamento. Tinha medo da reação deles e de perdê-los, afinal eles eram tudo o que ela tinha. Isso acabou desencadeando brigas entre as duas e afetou consideravelmente o relacionamento delas, fazendo com que elas terminassem e com que a sua ex-namorada deixasse a cidade não muito tempo depois, deixando para trás apenas o coração partido de Victoria. Dias mais tarde, quando estava tentando encobrir a sua tristeza, o seu irmão mais velho acabou descobrindo sobre o "caso tórrido" que ela tinha tido com uma submundana e expôs isso durante um jantar em Idris na frente de toda a sua família e parentes. Ela ficou sem palavras, não sabendo o que dizer ou como reagir, mas de uma coisa ela sabia: não queria mais se esconder e nem perder alguém que amava pela sua covardia novamente.

        Como o esperado, a sua mãe não tinha ficado contente com a revelação da noite e tinha passado horas brigando com Victoria após a partida dos convidados, aproveitando que o pai dela tinha os acompanhando para ser mais dura com ela. Talvez, na cabeça dela, gritar poderia ser a solução para mudar alguma coisa no coração de Johanna, mas as coisas não funcionavam assim. As duas acabaram discutindo e, em meio as palavras acaloradas, a sua mãe havia dando a entender que ela era a cópia de seu pai biológico e ela soube que os boatos não eram só boatos. Isso tinha a destroçado de tal maneira que ela não teve forças para continuar a brigar, com a situação piorando ainda mais ao ela ser expulsa de casa. Quando estava juntando as suas coisas para ir embora, ela e seu pai acabaram conversando sobre todo o ocorrido e, diferente da sua mãe, ele não parecia se importar com a sexualidade dela, mas com quem ela era. Com quem ele tinha a criado para ser. Foi com as palavras doces dele em mente que ela deixou a sua casa para não voltar mais.

         Victoria acabou ficando no instituto de Roma até o seu pai entrar em contato com ela, semanas depois, informando que a sua prima estava se mudando para os Estados Unidos e dizendo que poderia ser um bom recomeço para ela. Sem ter motivos para permanecer em Roma e, considerando que ela e a sua família não estavam em bons termos, ela acabou se mudando para o instituto de Nova York.

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