Kornelia Delacroix

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  • Nome: Kornelia Vaisravana Delacroix
  • Idade: 18 anos 
  • Nascimento: 14 de agosto de 1989
  • Avatar: Abigail Cowen
  • Raça: Feiticeira
  • Marca de Feiticeira: Olhos vermelhos e gatos
  • Gênero: Feminino
  • Sexualidade: Bissexual
  • Residência: Apartamento em Yorkville
  • Gostos: Violoncelo, dias chuvosos, capuccino e desenhar
  • Desgostos: Mentiras, palhaços, que atrapalhem o seu sono ou que maltratem de qualquer forma seus amigos
  • Curiosidades: O seu nome do meio, Vaisravana, é oriundo da mitologia budista e se trata daquele que ficou conhecido como "O mestre dos caminhos". Apesar de ser polonesa e por ter sido criada em Idris, ela quase não tem o sotaque de sua terra natal. Ele apenas se torna evidente em uma palavra ou outra. Os seus pais a deram uma espada em seu décimo sexto aniversário, para comemorar o treinamento dela (apesar da arma não ser de adamas e nem ela uma nephilim). Ela aprendeu a tocar violoncelo com o seu pai e a pintar com a sua mãe, mas apenas passou a praticar ambos depois da morte deles. Ela nunca tira a pulseira que Christopher a deu em seu aniversário de dezessete anos.
  • Personalidade: Ela é centrada, desafiadora, grossa quando necessário e extrovertida. A teimosa é algo que chama bastante atenção em sua personalidade, por não abrir mão fácilmente das coisas quando acredita estar certa.

     Kornelia Vaisravana Delacroix foi encontrada em uma casa em chamas em Varsóvia, na Polônia, por dois caçadores de sombras que estavam fazendo intercâmbio pelo Leste da Europa e foram alarmados pelos gritos desesperados de uma criança de apenas dois anos. Eles invadiram o local e encontraram os corpos dos pais dela já sem vida, próximo ao berço onde a pequena criança ruiva se encontrava, e a tiraram de lá em segurança. Quando estavam longe o bastante para que a casa em chamas não fosse mais considerada um problema e, enquanto tentavam fazê-la parar de chorar, eles descobriram que a criança era uma feiticeira. Os olhos em um vermelho alaranjado e as garras em seus dedos haviam provado isso para o par de caçadores, no entanto, apesar de sua aparência incomum, imediatamente os dois desenvolveram um certo carinho pela pequenina. Quando chegou a hora de entregá-la para que a clave decidisse o destino dela, Silvie Rednight simplesmente não conseguiu o fazer. Ela decidiu adotar a criança para si, mas, considerando o histórico de sua família com submundanos, sabia que não poderia viver com eles. Não a aceitaram com a criança. Mas não desejava renunciar a sua vida no mundo das sombras, como a sua irmã mais velha havia feito, e também não queria deixar Idris para trás. Portanto, a solução encontrada por ela, foi passar a morar em um chalé escondida que ela construiu próximo ao Lago Lyn. Assim, poderia ficar próximo da sua família e da filha que tinha adotado. Silvie Rednight acabou se casando com o seu amigo mais antigo, o mesmo que havia ajudado a salvar Kornelia, e eles passaram a viver todos juntos na casa próximo ao Lago Lyn. Juntos, eles formaram a família que a criança precisava e, dado os perigos que estavam constantemente assombrando a Floresta Brocelind, passaram a ensiná-la a lutar e a educaram a respeito do mundo das sombras. Ela detestava ter que acordar cedo para aprender tudo aquilo, principalmente por só ter apenas nove anos, mas era a condição que a mãe havia imposto para que ela pudesse sair para brincar - acreditando que a sua filha ainda não tinha despertado os poderes e que, daquela forma, ela poderia se proteger sozinha. O que a pequena feiticeira mantinha guardado a sete chaves dentro de si era que, desde que havia aprendido a falar, a magia sempre esteve ao seu alcance. Mas não era algo que ela possuía controle. Ela ia e vinha quando desejava, geralmente de acordo com as emoções mais fortes da criança. Mas, apesar disso, ela tinha conseguido o feito de não usá-la na frente de seus pais.

     Certa noite, Kornelia estava se portando de uma maneira mais leviana do que o habitual e, em um momento de lapso mental, a sua mãe havia deixado escapar que ela era adotada de uma maneira que poderia ter passado despercebido por qualquer criança que não fosse tão astuta quanto ela. Por breves segundos, a pequena feiticeira ficou atônita e tardou a entender o peso daquelas palavras, mas, quando o fez, ela perdeu completamente o controle sobre si mesma e sobre os seus poderes e ateou fogo na própria casa. Seu pai adotivo, que não estava muito longe, conseguiu se aproximar e controlar o incêndio antes que se tornasse algo problemático. Ela, sem saber o que fazer, e acreditando ter visto um olhar de medo no rosto de sua mãe, passou a correr pela floresta o mais rápido que conseguiu e somente parou quando chegou ao Lago Lyn. Lá, ela se permitiu desabar de vez, e chorou até não aguentar mais. Ela apenas parou quando um rapaz surgiu e a confortou, de um jeito estranho, e eles acabaram desenvolvendo uma amizade após aquilo. O nome dele era Dominic Bluewater e, antes de seu pai encontrá-la falando com um "desconhecido" e arrastá-la de volta para casa, ela teve a oportunidade de conhecer aquele que se tornaria o seu namorado. Christopher Greywood. Ao retornar para casa, sua mãe não pode apagar o que ela havia dito então apenas restou a honestidade. Ela contou tudo para Kornelia e deixou claro ela era a sua mãe, apesar de não ter sido a pessoa que tinha a gerado. Após isso, o casal foi forçado a encontrar um feiticeiro que ajudasse a sua filha a controlar os seus poderes e foi o que fizeram. Eles conseguiram a ajuda de Margot Hasegawa que ensinou tudo o que Kornelia precisava saber e, com isso, ajudou a garota a conquistar uma liberdade um pouco maior. Ela usou essa sua nova "liberdade" para frequentar o Lago Lyn mais vezes, na esperança de tornar a encontrar os dois garotos que ele tinha conhecido, e isso não demorou tanto para acontecer quanto ela esperava. Assim que chegou ao Lago Lyn, encontrou Christopher que afirmou que já estava a esperando há algum tempo. Daquele dia em diante, ela acabou se tornando mais próxima dele e, consequentemente, de Dominic.

     Os anos foram se passando e Kornelia crescendo e, quando menos esperava, Christopher havia a pedido em namoro e ela não viu motivo para negar. Ele era uma das pessoas mais gentis que ela havia conhecido e ela tinha certeza que gostava dele, portanto, pareceu ser algo lógico a se fazer. Pouco depois do início do namoro deles, seu namorado e o parabatai dele acabaram se mudando para o Canadá e ela acabou se vendo sozinha pela primeira vez em muito tempo. Afinal de contas, após ela ter crescido, seus pais passaram a fazer constantes viagens e sair mais vezes em missões. Era entediante, mas eles não a deixariam ir visita-los no Canadá também. Ao menos, não sem eles. Portanto, seu relacionamento acabou se tornando a distância e as suas visitas a ele apenas aconteciam quando seus pais concordavam em levá-la - por mais que ela fugisse vez ou outra de portal para vê-lo, sem o consentimento deles. Pouco antes da Guerra Mortal acontecer, seus pais tinham programado uma viagem para Polônia em família e, quando os eventos aconteceram, eles partiram sozinhos e tentaram forçar Kornelia a ficar em segurança. No fim, ela acabou indo com eles mas foi forçada a não se separar de seus pais nem por um único instante durante todo o confronto. Com o fim da guerra, seus pais decidiram deixar o chalé na Floresta Brocelind e se mudaram junto com a filha para Polônia por um tempo - mal dando tempo dela se despedir do amigo e do namorado.

     No breve suspiro que teve entre a Guerra Mortal e a Guerra Maligna, Kornelia acabou encontrando um caderno de anotações de seu pai a respeito das missões que eles haviam feito durante a juventude. Entre as anotações, se encontrava a missão que ele tinha a encontrado com um fragmento do jornal da época. Ao lado, havia uma anotação falando sobre o incidente e com uma breve nota que parecia ter sido acrescentada anos depois que dizia que o incêndio poderia ter sido causado por ela. A feiticeira acabou indo para Idris depois disso e foi procurar ajuda de uma das poucas pessoas que sabia que iriam entendê-la naquele momento, Dominic. Ela ficou alguns dias dormindo na casa do namorado enquanto mantinha contato com a família, não contando para eles sobre o que tinha encontrado, até chegar a notícia que o instituto o qual eles se encontravam tinha sido atacado por Sebastian Morgenstern. O seu pai e a sua mãe tinham sido transformado em crepusculares e ela não havia conseguido fazer nada para impedir. A guerra se iniciou não muito tempo depois disso e, naquela noite, além de ter perdido o seu pai e a sua mãe - tendo livrado eles daquele tormento com as próprias mãos, contra a vontade- acabou perdendo o namorado. Depois disso, ela passou meses enfurnada no seu chalé sem conseguir fazer qualquer outra coisa além de sentir a ausência deles até que o tempo amenizasse a dor da perda. Após isso, apesar de não ter conseguido esquecer de nenhum deles e tampouco de deixar de sonhar com eles, ela decidiu que era hora de tentar seguir em frente e se mudou para Nova York para viver perto do único amigo que tinha. Atualmente, ela vive em um apartamento em Yorkville e passa o dia pintando as telas ou tocando o violoncelo que pertencia ao seu pai.

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