Anastasia Blackthorn
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- Nome: Anastasia Blackthorn
- Idade: 24 anos
- Nascimento: 13 de setembro de 1984
- Avatar: Amanda Seyfried
- Raça: Caçadora de Sombras e Meio-Seelie
- Gênero: Feminino
- Sexualidade: Homossexual
- Residência: Instituto de Nova York
- Gostos: Gosta de morangos, Música, Postos de liderança por ser algo que lhe dá gás para fazer melhor e Adrenalina. Ela ama adrenalina, é algo que lhe faz se sentir viva.
- Desgostos: Odeia pessoas falsas e mentiras e tem um pouco de desprezo pelos Seelies, por conta do que viveu.
- Curiosidades: Adora jardins apesar deles lhe lembrarem o reino faerie e lhe trazer lembranças ruins de quando vivia lá. Anastasia ama morangos, são os seus preferidos. Adora lutas corporais, está sempre a disposta a lutar. Toca piano como ninguém. Escalada é um dos seus esportes favoritos, assim como natação, ela adora água.
- Personalidade: Anastasia é uma pessoa forte, tem coragem e sempre detém uma posição firme diante de outras pessoas. Pelo fato de ter sofrido preconceito por ser mestiça, ela teve de aprender com a vida e sempre agir dessa forma, mostrando a sua posição e sendo mais do que os outros caçadores de sombras para mostrar o seu valor. Tem um jeito simples e está sempre disposta a ajudar, possui um pouco de orgulho mas nada que não possa ser quebrado por Adele. Perto dá amada ela consegue ser ela mesma, é onde acha o seu porto seguro.
Anastasia Blackthorn nasceu na corte Seelie sendo filha de Arthur Blackthorn e Celithe. Ela não chegou a conhecer o seu pai e passou grande parte da sua infância ouvindo histórias sobre como a sua mãe havia brincado com a cabeça dele e o deixado louco e quebrado. Infelizmente, a mãe da garota não a dava um tratamento muito diferente do que tinha sido dado para o seu progenitor e, ainda que não brincasse com a cabeça dela, não a tratava como uma filha, mas sim, como uma caçadora que ela se via forçada a aturar. Dado a frieza daquela que deveria ser sua mãe e não sendo considerada como um deles na corte, ela fugiu. Passou alguns dias vagando de um lado para outro, não sentindo que se encaixava também ali, entre os mundanos, e foi encontrada por um licantrope que a ajudou. Ele a levou até o Instituto de Budapeste e, ao perguntarem seu nome, ela respondeu: "Blackthorn. Anastasia Blackthorn", tal como aquele que deveria ter sido o seu pai. A menina cresceu em Budapeste e criou raízes e vínculos ali, porém, dado a sua infância juntamente as fadas, ela ainda detinha muitos traços de personalidade férricos e não se sentia totalmente parte daquele lugar - mas também não se sentia como uma completa estranha, como ocorria quando ela estava em faerie. Ela não mentia, não porque não podia, mas simplesmente porque não achava certo; conhecia meios de enganar as pessoas utilizando meias verdades e tinha um coração selvagem. Ela se orgulhava de quem ela estava se tornando enquanto descobria a qual dos mundos realmente pertencia, sabendo em seu coração que seu lugar era entre os caçadores. Seu contato com seus outros parentes, ao longo de sua vida, foi quase nulo. Quando criança, na época que vivia na corte, ela se lembrava de invejar os seus primos e o tratamento que a mãe deles, Lady Nerissa, a sua tia, dava para eles. Ela nunca tinha os visto pessoalmente, com a sua mãe tendo se afastado da corte pouco depois que descobriu a gravidez, mas ela conseguiu ouvir as histórias. Enquanto caçadora, nunca se aproximou muito de seus outros primos e apenas os conheceu pelas histórias que chegavam até ela. Anastasia só teve uma oportunidade de ver o seu pai, sendo pouco antes da guerra e, ao vê-lo, ele tinha a chamado de "Procusto" e tinha ficado terrivelmente assustado, em um nível, que ela optou em deixá-lo em paz e nunca mais falar a respeito ou procurá-lo. Demorou um tempo até que ela pudesse concluir que aquela reação poderia ter sido devido a sua semelhança com lady Celithe, a sua mãe, e ela se martirizou por um tempo se perguntando no que mais ou quanto mais ela se parecia com aquela mulher. Quando a guerra eclodiu, ela lutou bravamente ao lado dos nephilins e nem por um segundo pensou em deixá-los. No campo de batalha, ela teve que enfrentar aqueles que conheceu quando criança e nem mesmo essa ideia fez a sua lâmina se quer vacilar em suas mãos, pois, como eles haviam dito para ela inúmeras vezes na infância, ela era uma caçadora. Ao menos, parte. Enquanto enfrentava as fadas e os crepusculares, ela notou uma caçadora caída no chão e percebeu que uma fada pretendia matá-la e, sem pensar duas vezes, ela golpeou a seelie e salvou a pessoa que viria a se tornar sua esposa e sua âncora. Após a guerra e com a paz fria sendo instaurada, Anastasia, assim como os outros que tinham sangue de fada, foram exilados. Foi uma das poucas vezes que ela pode se sentir exatamente como se sentia na corte, como uma total estranha, e se viu forçada a acatar a ordem e seguir o para seu exílio. Era injusto, pois ela tinha dedicado a sua vida inteira para à Clave, seguido as suas leis e nem se quer por um único segundo havia pensando em ficar ao lado dos seelies durante a guerra... Mas isso não valeu de nada para eles. Entretanto, o fato dela não pensar em todas aqueles de sua espécie que ela tinha matado durante a guerra passou a assombrar e, por mais que ela não gostasse de torturar psicologicamente as pessoas e não fosse sádica como sua progenitora, novamente, a ideia da semelhança entre as duas voltou a assombrá-la. Afinal de contas, as maçãs não caíam muito longe da árvore. Antes do seu exílio, ela conseguiu ver os seus primos e notar a tristeza no rosto deles, contudo, não se atreveu a se aproximar deles. Certamente nem deveriam saber da existência dela e descobrir uma parente naquele momento tão complicado, não a parecia uma ideia boa. Portanto, ela os deixou em paz. A única coisa boa que ocorreu de seu exílio em Fiji, foi reencontrar a garota que tinha ajudado durante a guerra, Adele. Elas se aproximaram e a relação delas foi evoluindo aos poucos, até que Anastasia teve coragem de a pedir em casamento. Ela simplesmente não conseguia mais se imaginar em um mundo o qual não a tivesse ao seu lado. Ao sua esposa receber o convite da Clave para se tornar uma treinadora do Instituto de Nova York, com a oferta sendo estendida a ela, Anastasia conseguiu ver empolgação nela e a compartilhou por finalmente poder sair de exílio - ainda que fosse para um outro. Seria bom mudar de ares e ela sabia que, onde Adele estivesse, ela iria se sentir em casa.
